"Perfeitamente lindo e elegante!" exclamou Patrícia, radiante. "Nossa, como aquela Srta. Green é severa! Nunca ouvi tanto silêncio quanto naquela sala. Ora, uma sala de aula comum é uma Babel perfeita comparada a ela." "Eu também não, mas penso em um nome, meu amigo."!
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"Ah, eu queria que você não fizesse isso, Norn", protestou Patrícia, baixinho. "Eu quero tanto tê-la como amiga. Ela é tão adorável, talentosa e atraente. O que há de errado com ela agora que você diz essas coisas? Você não se sentia assim." Bruce abriu a porta de par em par.
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Patricia assentiu em aprovação. Dido se recusou a dizer como ela se apossou da pedra vodu. Jen soubera pelo Inspetor Arkel que Etwald usava o talismã na corrente do relógio, e ele se perguntava como Dido havia conseguido penetrar na prisão e obtê-lo do médico. Todo o resultado do julgamento dependia da transferência da pedra. Se Etwald a guardasse, Dido não ousaria depor contra ele e, portanto, na ausência de detalhes incriminadores, ele seria libertado. A pedra estava agora em posse de Dido e, por algum motivo, que Jen não conseguia entender, estava bastante satisfeita em revelar sua participação na trama. Ao trocar de mãos, a pedra vodu transformara Dido em uma traidora. Uma espécie de terror transpareceu nos olhos dilatados da negra. Ela não conseguia entender como Jen havia se apossado do conhecimento de seus crimes e, a princípio, ficou atordoada com a narrativa.
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